
O hedonismo (do grego hēdonē que significa prazer) é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer individual e imediato o supremo bem da vida humana.
É a tendência a buscar o prazer imediato, individual, como única e possível forma de senso moral, evitando tudo o que possa ser desagradável. O contrário do Hedonismo é a Anedonia, que é a perda da capacidade de sentir prazer, próprio dos estados gravemente depressivos.
Bem, em termos, pedi ajuda à Santa Wikipédia nas definições. Se paramos para pensar, deduziríamos que todos somos hedonistas! E somos realmente.
A teoria socrática do bom e do útil, da prudência, etc, quando entendida pela índole voluptuosa de Aristipo, leva ao hedonismo, onde toda a bem-aventurança humana se resolve no prazer.
A idéia básica que está por trás do hedonismo é que todas as ações podem ser medidas em relação ao prazer e a dor que produzem. Alguns acham prazer em meio a dor, mesmo que seja alheia.
Podemos dizer também, numa linguagem mais simples, que o hedonismo é a arte de ser, não a de ter. Focando numa visão lifestyle, não compramos felicidade, somos a própria!
A arte de ser é a sabedoria ascética do despojamento: não se cobrir de honras, de dinheiro, de riquezas, de poder, de glória e outros falsos valores ou virtudes, mas preferir a liberdade, a autonomia, a independência. A escultura de si é arte dessa técnica de construção do ser como uma singularidade livre. O hedonismo não é a mesma coisa que o consumismo, é exatamente o oposto. É o antídoto. O consumismo é o hedonismo liberal e capitalista que afirma ser a felicidade a posse de bens materiais.
O verdadeiro hedonista é seguro de si, tem uma bússola, uma paixão... Gosta das coisas que realmente gosta. Tem liberdade!
Se vai consumir, se organiza para que aquilo seja realmente um prazer. Não compra porque viu na TV, mas sim, porquê o avô ensinou! Não deseja se casar com as pin-ups frutas do Grande Irmão, mas com aquela que está no coração... Se almeja uma garrafa de um bom whisky, é simplesmente pelo seu sabor e não devido ao seu preço ou a marca da garrafa que o vizinhos verão na lixeira.



